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Convergência das mídias
Baseado na associação entre hipertexto e multimídia, a convergência das mídias se caracteriza ainda por um recurso comum a sua identidade, a hipermídia, que é a leitura e observação de um produto informativo, de forma não linear.
McLuhan já preconizava como a sociedade se comportaria diante das relações entre as novas mídias. “Toda tecnologia gradualmente cria um ambiente humano totalmente novo”, afirmou. Das teorias de McLuhan para o cotidiano, o que se vê é uma sociedade arraigada na indústria cultural e sedimentada no imediatismo, no consumo exacerbado e em relações midiáticas.
Eis a questão levantada: Os meios mudam o homem, ou o contrário?
Peço ao leitor que expresse seu pensamento, em um espaço virtual aqui exposto.
Bem paralelo às teorias da convergência das mídias, é cada vez mais comum uma fusão, quase que instantânea dos meios e das ferramentas de comunicação. Não há mais espaço para identificar um único tipo de meio, como uma específica função. Um pequeno aparelho celular, por exemplo, pode enviar e receber mensagens, captar imagens, emitir sons, receber imagens em tempo real e por adiante.
Mas é na internet e em seus aplicativos que a convergência das mídias se mostra mais ainda presente em nossas vidas. Um texto de uma página virtual oferece recursos e “links”, que nos fazem percorrer um caminho multidimensional, reafirmando a hipermídia das convergências.
E o que há de positivo ou negativo na convergência das mídias? Que conseqüências a fusão dos meios de comunicação podem acarretar na vida virtual e real dos internautas ou até mesmo para os que não têm acesso a rede mundial? São questionamentos possíveis de discussões.
Escrito por Daniel Monteiro às 21h54
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Sites de jornais, revistas, agências de notícias, portais... O jornalismo na internet representa uma mudança na forma de produção e distribuição da notícia. Nesse capítulo, vamos nos deter a compreender as diferenças entre sites de jornais, revistas, agências de notícias e de portais eletrônicos. No jornal impresso são comuns notícias que se desenrolam em reportagens especiais, com até duas páginas ou mais, em certos casos, dedicados a um mesmo assunto. Na versão eletrônica, os canais de comunicação se caracterizam por notícias on-line, de poucas linhas, interessadas em informar de forma sucinta e objetiva sobre determinado tema. Existem versões de jornais para o impresso, ao instante que o mesmo folhetim se expressa, em formatos diferenciados, nos canais eletrônicos. A internet aponta uma ferramenta das grandes empresas editoriais e de comunicação na busca por novos leitores e lucros no mercado financeiro. As revistam se comportam ainda de forma mais específicas, entre o impresso e eletrônico. É comum, na internet, acompanharmos uma notícia, com a possibilidade de desenvolver a leitura por outros temas relacionados, “links”, imagens complementares e textos de apoio. Há também dicionários eletrônicos à disposição, enciclopédias e cronologia sobre temas. Para as agências de notícias, o jornalismo digital é de suma importância para a distribuição de textos e imagens. As grandes agências de notícias têm, profissionais de diversas áreas, em campos específicos de atuação, em torno do planeta. Desse modo, a internet facilita a captação e o repasse de informações para os principais jornais eletrônicos e impressos. Os portais da mídia eletrônica se mostram como um importante instrumento para quem quer se informar sobre o que está acontecendo. Basta entrar em um portal, que o internauta se atualiza dos acontecimentos diários e momentâneos. Eles reúnem salas de bate-papo, e-mails, notícias, reportagens, sites, enfim, uma infinidade de opções de lazer, cultura e entretenimento. O que se vê entre as diferenças apresentadas, é que a internet vem coroar uma série de revoluções no campo da mídia. É a vida moderna que apresenta outras formas de se comunicar.
Escrito por Daniel Monteiro às 21h50
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“Wikipédia”
Já imaginou uma enciclopédia onde todos os usuários são também seus escritores?
“Wikipédia”. Com versões em 250 idiomas, a Wikipédia é um fenômeno. Seu ponto forte é a criação coletiva, que também causa suas fragilidades.
Os verbetes da enciclopédia eletrônica podem ser criados ou modificados por qualquer pessoa. Em seis anos de existência, a Wikipédia possui 6 milhões de verbetes. Um número expressivo se comparado aos 120 mil verbetes da Enciclopédia Britânica.
O grande risco e a grande discussão é a veracidade das informações divulgadas. Com tantos usuários conectados, possuidores de culturas e níveis de conhecimento diferenciados, a Wikipédia, para muitos, representa um duvidoso meio de pesquisa.
Mas nem tudo está perdido. É preciso, antes de findar qualquer produção de texto ou informação buscada, checar os dados. A Wikipédia, nesse momento, se mostra viável e possível de utilidade.
Há ainda, não apenas na Wikipédia, mas nos sites de busca e pesquisa, a necessidade do conhecimento prévio sobre o assunto. Isso evidencia a busca correta da informação com um risco menor de constrangimentos.
Mas como ter a certeza de que algo publicado está embasado no conhecimento científico de quem o divulgou? Na dúvida, pesquise sempre e não custa nada recorrer a um “velho” e bom livro.
Escrito por Daniel Monteiro às 21h45
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“Orkut”, um espaço para a interatividade?
No primeiro instante que pensamos, poderíamos relatar que o orkut é um espaço para a interatividade. Com um olhar mais profundo, nos questionamos: e quem garante que os membros de determinado orkut ou daquela comunidade, mantém relacionamento?
A internet possibilita novos padrões de interação social. As pessoas passam a se comunicar por e-mail, por mensagens e pelo messenger.
Nosso objeto de estudo de hoje é o orkut. Mais uma das várias facetas que a internet traz à tona. A interatividade virtual passa muitas vezes a ser maior e mais freqüente do que a comunicação face a face. É uma realidade paralela, que simula fatos e acontecimentos.
No orkut assumimos uma “figura” de pop-stars. Nossa privacidade cada vez mais é invadida, com ou sem a permissão do autor da página.
Para Manuel Castells (2003: 100), “a interatividade social não parece ter um efeito direto sobre a configuração da vida cotidiana em geral, exceto por adicionar interação on-line às relações sociais existentes”. O autor nos diz que as relações sociais estão somadas à interação on-line. Isso amplia o relacionamento homem-máquina e a distância do convívio em sociedade.
Se levarmos às palavras de Manuel Castells ao tema proposto, observamos que o orkut muitas vezes pode não realizar a socialização pretendida por muitos usuários. Os chamados “hubs”, que abrem várias páginas de orkut, com usuários superlotados, nem sequer, muitos deles, mantêm contato sociável com os membros de orkut.
È aí que questionamos mais uma vez o poder de interatividade do orkut. Se podemos nos relacionar com mais de 5.000 pessoas, por meio do orkut, e quase que ao mesmo instante, a internet não afirma, nem demonstra essa capacidade. Mas se as relações do homem moderno são afetadas por meio do cyberespaço, concluímos que o orkut cria outras formas e conceitos sobre a interatividade.
Escrito por Daniel Monteiro às 21h21
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Blog e a identidade jornalística
“Blog” e a identidade jornalística
O surgimento da internet trouxe mudanças no jornalismo tradicional, interferências de como pensá-lo e fazê-lo. Hoje vamos tratar dos “blog´s”.
Qual a intervenção de um “blog” na produção da notícia?
Os assuntos dos Blog´s variam muito. O critério do autor é que delineia o tipo de página e assunto. Não podemos esquecer a importância dos usuários, nas discussões sobre os temas abordados.
O Brasil é liderança quando falamos em blog´s. Se comparado a Portugal, o número de sites do gênero é 50 vezes maior. No “ranking” dos 25 blog´s em língua português, com maior acesso, todos são brasileiros.
A forma com que os blog´s revolucionaram a esfera informativa é pacífica. Ao passo lento que ela ocorre, representa uma alternativa na expansão das informações para o meio jornalístico.
Neste artigo, não conseguiria, em tão poucas linhas, afirmar se os blog´s são competidores do jornalismo profissional.
O que é percebido por todos é que os blog´s muito têm contribuído para o cruzamento de informações, no mundo em que a notícia, a cada instante, passa por metamorfoses.
Escrito por Daniel Monteiro às 20h31
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You tube
“You tube”
Você acredita no fim da tv?
Para Bill Gates, “a internet irá revolucionar a televisão em cinco anos (...). Estou espantado ao ver que as pessoas não percebem que, daqui a cinco anos, todos vão rir do que temos na TV”.
A afirmação do empresário não é o “apocalipse” das tv´s, mas representa outro rumo, diante do surgimento do You tube.
E pensar que tudo deu início a partir da troca de vídeos entre três garotos. Hoje, podemos dizer que o número de funcionários do “you tube” não cresceu tanto, em torno de 67, mas ao considerarmos os acessos e vídeos integrados ao site, os números são gigantescos. Para se ter uma idéia, a cada dia, 100 milhões de arquivos são postos no You tube.
Pesquisas mostram que, em todo o planeta, o número de jovens que gastam seu tempo em frente à televisão vem caindo. Eles trocam a tv por um meio bem mais interativo e autoral.
As cifras do You tube são astronômicas. A empresa “google” comprou o site por US$ 1,65 bilhão. Tanto dinheiro assim não foi colocado as mãos em nada. Isso mesmo. Tudo foi negociado pela troca de ações.
Mas isso são dados. A realidade é que o You tube é uma febre mundial que revela muitos aspectos, dentre eles, a possibilidade de nos tornarmos diretores, atores e coadjuvantes de nossa própria história.
Se o You tube recebeu o prêmio de melhor invenção 2006, é possível afirmar que todos nós tivemos uma parcela de contribuição.
Escrito por Daniel Monteiro às 19h54
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"Web Ativismo"
“Web Ativismo”
Não há como negar as possibilidades e inovações, das mais variadas, trazidas pela internet. Desde um conglomerado de empresas a um “blog”, os acontecimentos do mundo podem estar apresentados, em um intervalo de tempo quase que real. Nessas proposições é que citamos o “Web Ativismo”, como exemplo de utilização da internet, com fins inerentes a suas atividades.
Nos dias atuais, movimentos e ações de grupos sociais, em sua generalidade, se apóiam na internet para ampliar sua rede de contatos e efetivar seus propósitos. A Ação Global dos Povos (AGP) é um exemplo de Entidade que organiza protestos e atividades diversas nas mais variadas cidades do mundo.
Há ainda o “open publishing”, em que casa usuário pode contribuir na alimentação de informações sobre determinada questão. Foi daí que surgiu a idéia do “Independent Media Center” – Centro Independente de Mídia, criado por organizações e ativistas da mídia independente e alternativa.
O mundo e a internet revelam a possibilidade que os movimentos ativistas têm de se organizarem a partir do uso do cyberespaço.
A era dos ofícios, memorandos, cartas-convite e “folders” dá lugar a uma ferramenta capaz de mobilizar povos em torno de um assunto, e ainda com um custo muito baixo, se comparado aos tradicionais meios de comunicação.
Escrito por Daniel Monteiro às 19h23
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Olá galera,
este é o nosso canal de comunicação da OFICINA EM JORNALISMO.
Abraço a todos!
Escrito por alves01 às 19h24
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